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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

ALMANAQUE COZINHA COM ROSTO 2017 - MÊS DE JULHO E UMA EFEMÉRIDE DO DIA 12 DE JULHO

EFEMÉRIDE DO DIA 12 DE JULHO – 1913 – FIXAÇÃO DAS PORTAGENS NA PONTE D. LUIS I ENTRE PORTO E VILA NOVA DE GAIA
 
A 12 de julho de 1913, são fixadas as portagens na ponte D. Luís I, entre o Porto e Vila Nova de Gaia. A construção da ponte, da autoria do engenheiro francês Teófilo Seyrig (1843-1923) iniciara-se em 1881 e fora solenemente inaugurada em 31 de Outubro de 1886. François Gustave Théophile Seyrig associara-se em 1869 com Gustavo Eiffel fundando a casa Eiffel et Cie., que vence o concurso para a construção da Ponte Maria Pia. Rompendo com Eiffel, apresenta-se e ganha o concurso para a ponte D. Luís como Administrador delegado da Société de Constructions de Willebroeck.

 
A Ponte Luis I é uma das 6 pontes da cidade do Porto, sendo a mais próxima do Oceano Atlântico. E reza a lenda de que devido à ausência do rei D. Luís I na sua inauguração, decidiu a população do Porto, em resposta ao ato desrespeitoso, retirar o “Dom” do respetivo nome! 
 
Mas Independentemente desta história, a mesma constitui um ex-libris da cidade, estando incluída na zona classificada como Património Mundial pela UNESCO desde 1996. E com 395 metros de comprimento e 8 metros de largura, esta ponte fora distinguida como sendo a ponte com o mais longo arco de ferro do mundo, ainda no ano da sua inauguração.
 
Na verdade, durante a segunda metade do século XIX, o comércio progredia na cidade do Porto e as fábricas espalhavam-se por todo o bairro oriental da cidade, o intitulado brasileiro. Portanto, o trânsito entre Gaia e o Porto crescia bastante e a simples Ponte Pênsil já não permitia que existisse uma circulação eficaz entre as duas margens.
 
AGRICULTURA – JARDINAGEM – ANIMAIS 
 
FASES DA LUA 

Quarto Crescente: dia 30 às 12h 23m

Lua Cheia: dia 9 às 01h 06m
Quarto Minguante: dia 16 às 16h 26m
Lua Nova: dia 23 às 06h 45m

FESTAS E FEIRAS
 
 

 

Foto de Cozinha mais.

                      
Professora, dona de casa, blogueira, apaixonada pela cozinha, ansiosa por conhecer novos caminhos 
e que acredita no amor pela vida e pelos outros.

RECEITA DO MÊS E PLANEAMENTO SEMANAL DAS REFEIÇÕES - JULHO - VOLTA À FRANÇA

EFEMÉRIDE – 19 JULHO 1903 – ENCERRA 1.ª VOLTA À FRANÇA EM BICICLETA – BARRAS ENERGÉTICAS

Em novembro de 1902, Henri Desgrange, diretor do diário de esportes L’Auto, estava atrás de uma matéria para derrubar o jornal rival Le Vélo. “E se organizássemos uma prova de ciclismo cobrindo o circuito da França?”, sugeriu o jovem Géo Lefèvre, jornalista da equipe do L’Auto. A idéia parecia inviável no começo, mas logo tomou forma. Em 1.° de julho de 1903, precisamente às 15h16, 60 ciclistas amadores e profissionais partiram de Paris para cobrir 2.428 quilômetros de estrada em três semanas. Era a primeira Volta da França.






A Primeira Edição da Volta à França em Bicicleta decorreu, portanto, entre os dias 1 e 19 de julho no ano de 1903, tendo como vencedor o francês Maurice Garin. Quanto ao ano de 2017, temos a 104.ª a realizar-se entre os dias 1 e 23 do presente mês de julho, podendo ter acesso a todo o tipo de informações através do seguinte link:

 

 
E para acompanharem a dita prova pela RTP, por exemplo, por que não experimentarem a confecionar uma barra energética energética de frutos secos simples ou uma barra energética de frutos secos com cobertura de chocolate?
 



 

Ver ingredientes utilizados através do link:
 
 

Para acompanhar, ainda acrescento as seguintes sugestões, de acordo como o que confecionara  na altura da minha página ainda intitulada do Facebook de MRKitchen:

leite com chocolate
– batido à escolha misturado com sementes chia ou de papoila
– iogurte natural e fruta fresca
– tostas ou pão com sementes barrado de queijo fresco, compotas
ou manteiga de amendoim
 
Será certamente um ótima fonte de energia enquanto também experimentarem a praticar ciclismo!

 

RECEITA DO MÊS – JULHO – GRANITAS E GELADOS

 

 

(fonte: receita retirada do livro “Como cuidar da sua horta mês a mês” das autoras Wagner, Wendland e Liebreich, editora Presença)
PLANEAMENTO SEMANAL DAS REFEIÇÕES – JULHO

Blogue Cozinha Com Rosto

                      
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sexta-feira, 27 de julho de 2018

4.ª Feira do Vinho da Região de Lisboa - Rua Augusta

Entre os passados dias 17 e 22 de julho, entre as 11h e as 20h, voltou a decorrer, na Rua Augusta, em Lisboa, a intitulada Feira do Vinho da Região de Lisboa

Comparativamente com o que se passou à sensivelmente um ano atrás, podendo rever-se aqui, marcaram presença, mesmo ao lado do Arco,11 balcões de prova de vinhos, tendo como objetivo central, uma digna promoção dos vinhos, nomeadamente junto dos turistas estrangeiros, para além de alguma doçaria típica da região.

Segundo o que consegui tomar conhecimento, na sua abertura esteve presente o vereador da Câmara Municipal de Lisboa, José Sá Fernandes, sendo que este evento é promovido pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa e tem a participação de 15 municípios da região, entre os quais: Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras, Batalha, Caldas da Rainha, Alcobaça, Bucelas, Carcavelos e Colares.

E o principal destaque foi para os vinhos de Torres Vedras e Alenquer, ambas regiões representantes de duas Denominações de Origem (DOC) da região de Lisboa, mas também duas cidades que são, este ano, a Cidade Europeia do Vinho, integrando, lá está, o programa Cidade Europeia do Vinho 2018 | Torres Vedras/Alenquer!

A este respeito, pode ter-se o devido acesso aos diferentes tipos de iniciativas e de atividades no respetivo site da Cidade Europeia do Vinho 2018, bem como na sua página de Facebook.

E durante o dia 21 de julho, em que tive oportunidade de passar por lá, pude comprovar que realmente eram muitos os estrangeiros que provavam os vinhos, fossem eles brancos, tintos ou rosés, ao mesmo tempo que faziam as mais variadas perguntas sobre o tipo de castas envolvidas ou adegas utilizadas, a própria produção ou os exigíveis tratamentos.

De facto, é de sublinhar a cada vez mais forte aposta na cultura da vinha e do vinho, conseguindo-se assim realçar territórios de secular tradição vitivinícola, para além do seu património cultural, assumindo-se Portugal como tendo uma melhor e bem delineada visão estratégica, face às recorrentes alterações climáticas e/ou necessárias adaptações ao nível de um tema tão importante como acontece com a questão da sustentabilidade!

Por exemplo, o Município da Lourinhã, onde se pode visitar o tão bem conhecido Parque dos Dinossauros, com o objetivo de promover mais uma ativação da Marca Lourinhã, no seu stand, destacou-se a Adega Cooperativa da Lourinhã, com a Aguardente DOC Lourinhã, assim como as seguintes empresas / marcas:

Dias 19 e 20 – Pêras & Companhia, da empresa Frutomania, Ldª.
Dias 20 e 21 – Doces Jurássico, do empresário João Pereira.
Dias 21 e 22 – Abóbora e Maçã’S, da empresária Eulália Ferreira.

Acrescente-se ainda que os “Doces Jurássico” surgiram em 2017, fruto de uma paixão pela doçaria, 100% artesanais e feitos com produtos biológicos. 

E já que a Lourinhã é também uma das três regiões demarcadas de aguardente vínica no mundo, ao lado das francesas Cognac e Armagnac, chamo aqui a vossa atenção para a prestigiada Aguardente Vínica Lourinhã!

No que diz respeito ao Município do Bombarral, onde se pode conhecer o tão emblemático Jardim do Éden, há muito mais por descobrir: a mais doce e respeitada especialidade, já criada em 1920, denominada de Mimosos do Bombarral; o 35.º Festival do Vinho Português e a 25.ª Feira Nacional Da Pêra Rocha, cujo certame terá lugar de 10 a 15 de Agosto, na Mata Municipal do Bombarral, com o seguinte programa:

10 agosto – Tributo a Xutos e Pontapés
11 agosto – Marco Rodrigues
12 agosto – Banda Xeques Orquestra
13 agosto – West Europe Orchestra com André Sardet, Anabela, João Só e Mafalda Arnauth
14 agosto – Fernando Daniel
15 agosto – Amor Electro

Já agora, destaque-se a seguinte lista de prémios respeitante ao Licor de Ginja da parte da empresa Licofrutos – Sabor da Terra: medalha de Ouro no 5º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2018, 2017 e 2016, três estrelas no Great Taste 2017 e uma estrela em 2016; medalha de Prata no 4º Concurso Nacional de Licores Conventuais e Tradicionais Portugueses 2015.

Também faço aqui referência à Ginjinha do Sanguinhal, bem como aos Doces dÁmélia da Amélia Simão.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

PLANTAS PARA COLHER E DEGUSTAR: texto 11 - Borragem (by Miguel Boieiro)

Os amantes da Arrábida, que procuram com deleite os encantos desta bela serra durante todo o ano, encontram já em fins de fevereiro, nas cercanias de Azeitão, a borragem florida. Indubitavelmente, dos azuis mais vistosos que a natureza ostenta, em forma de estrela e aos cachos, as flores de borragem têm inspirado artistas desde remotas eras. E se em terras mais frias a floração só acontece lá para os meses de maio ou junho, na Arrábida ela vem muito cedo, brindando as abelhas que a buscam com avidez para produzir o maravilhoso néctar.

A Borago officinalis é uma herbácea anual da família das Borragináceas, cujo porte majestoso se eleva por vezes a 60 cm do solo se este for rico em húmus e o local soalheiro. A planta apresenta-se simples ou ramificada, com caule cilíndrico e grandes folhas enrugadas de forma elíptica e pecíolo curto. Tanto o caule como as folhas estão cobertos de pêlos que se transformam em finos espinhos à medida que a planta atinge maturidade. As flores, possuindo longos pecíolos, são de um azul muito vivo e abrem em estrela, como já se disse. Têm cinco pétalas ligadas entre si com anteras pontiagudas de cor escura.

Segundo se julga, a borragem é oriunda da região mediterrânica. No nosso país é frequente em terrenos incultos, suportando altitudes até aos 1800 metros. Em França há quem a cultive nas hortas como planta comestível, quando as suas folhas tenras ainda se encontram desprovidas de espinhos. Fica bem, quer na confeção de sopas, quer na preparação de saladas onde o seu delicado sabor a pepino se sobrepõe. As flores podem ser também utilizadas em culinária pelo seu aspecto agradavelmente decorativo.

Brendan Lehane, na obra «The Power of Plants», aponta uma curiosa associação entre a borragem e o morangueiro. Segundo este autor, a presença da borragem incrementa extraordinariamente a produção de morangos.

No que respeita à fitoterapia,a borragem é uma das plantas mais aconselhadas. A sua composição química integra mucilagens, nitrato de potássio, tanino, saponósidos, resinas e vitamina C.

É extremamente eficaz para combater as bronquites, os resfriamentos e as tosses rebeldes. Como sudorífico é utilizado desde tempos muito antigos, tendo portanto, ação benéfica sobre os rins e a pele. Além disso, a planta é também diurética, emoliente, expectorante e peitoral. O «chá», que deve ser tomado bem quente e adoçado com mel, prepara-se a partir de 30 g de flores, ou 50 g de folhas e caules, para um litro de água. Convém tomar-se várias chávenas por dia no intervalo das refeições. De preferência devemos usar a planta verde, pois desta forma, possui muito mais princípios ativos.

Outra maneira de usar a borragem é através de cataplasmas das folhas finamente migadas que atuam como calmante e descongestionante para queimaduras, abcessos, gota e reumatismo.

Finalmente, referimos ainda as potencialidades da borragem na cosmética, visto possuir as mesmas propriedades do pepino para limpar e tonificar a pele. O suco, que é bastante abundante, desimpede os poros da epiderme, dilatando-os e oleando-os. Para confecionar máscaras faciais é ótimo, dado ser mais suportável para cútis delicadas do que muitos outros preparados.

Miguel Boieiro

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Receita de Salada de Salmão com Couscous e Tzatziki

Tzatziki (em grego: τζατζίκι, do turco cacık) é um acepipe típico da culinária da Grécia e da Turquia, mas também difundido entre outros países da Europa Oriental, Oriente Médio e Índia, sob diferentes denominações e com inúmeras variações regionais: seja quanto à consistência, seja quanto às ervas e especiarias adicionadas à preparação básica, que se compõe de iogurte, pepino e alho. 
 
A palavra grega tzatziki é derivada da palavra turca cacık, que se refere à mesma receita, sendo porém mais diluída, assumindo a consistência de uma sopa fria, que designa uma espécie de chetnim.
Tzatziki à moda da Grécia e Chipre:
É preparado com iogurte, pepino, alho, sal, azeite, pimenta preta e endro, sendo por vezes também acrescentados sumo de limão, salsa, hortelã, dill ou coentro. Os pepinos são transformados em puré e espremidos ou cortados em cubos pequenos. Usam-se frequentemente azeite, azeitonas e outras ervas como complemento. É sempre servido frio.
Os gregos, os cipriotas e os habitantes do Médio Oriente em geral usam este prato como acompanhamento de pratos de carne. A acidez “corta” a gordura. O tzatziki é usado também como molho para souvlaki e gyros, sendo, nesse caso designado como molho de pepino (em especial nos EUA).
No Chipre, o prato é conhecido informalmente como ttalattouri, e as receitas locais geralmente não incluem alho e hortelã. No lado turco de Chipre, o cacık é mais diluído.
Em restaurantes turísticos e fora da Grécia e do Chipre, o tzatziki é frequentemente servido com pão, como parte do primeiro prato de uma refeição.

Tzatziki à moda da índia:
Na Índia, pachadi e raita são variações populares do tzatziki. No Iraque, o tzatziki é chamado jajeek.
Nos EUA, o tzatziki é, por vezes, preparado com natas em vez de iogurte.
 
Tzatziki à moda da Sérvia e Bulgária:
Na Sérvia e na Bulgária, o tzatziki é classificado como salada e se chama snezhanka (“Branca de Neve”).
Uma variação proveniente das montanhas do Cáucaso, típica do Azerbaijão, é chamada ovdukh e usa o iogurte diluído em água, criando assim uma bebida refrescante de verão. No Azerbaijão iraniano, a mesma bebida se chama dukh; em outras regiões do Irã, chama-se mast-o-khiar.
 
Tzatziki à moda da Turquia
É preparado com iogurte, pepino, endro, hortelã, água, vinagre e azeite, entre outros ingredientes possíveis, tais como o pimentão.
É servido frio, em pequenas tigelas. Apresenta, normalmente, uma consistência semelhante a uma sopa, sendo, no entanto, possível prepará-lo mais espesso, adicionando menos água.
Pode ser consumido como acompanhamento, como molho ou isoladamente, como uma sopa.
RECEITA 1: Molho Grego de Iogurtetzatziki
Ingredientes:
  • 1 pepino
  • 5 folhas de hortelã
  • 1 dentes de alho
  • azeite, sal, alecrim e vinagre q.b.
  • sumo de 1/2 limão
  • 1 iogurte natural

Confeção:

1) Preparar o pepino, tirando-lhe as sementes com uma colher de sobremesa, para além da pele; cortar depois o pepino aos pedaços pequenos.

2) Colocar, no processador, o preparado anterior, juntamente com os restantes ingredientes, deixando bater tudo muito bem; reservar no frigorífico até à hora de servir.

RECEITA 2: Salada de Salmão, Cuscus e Tzatziki

Ingredientes:

  • 2 postas de salmão (*)
  • 1 chávena de couscous
  • 100 gr de aipo
  • 1 beterraba
  • salada variada pronta a servir q. b.
  • azeite, sal e pimenta q.b.
  • 1 chávena de avelãs tostadas
  • tzatziki q. b. (ver receita 1)

Confeção:

1) Preparar o salmão: levar as postas de salmão ao forno a 180ºC durante cerca de 40 minutos, juntamente com sal, pimenta e azeite q. b.; depois deve tirar-lhes a pele e as espinhas, para depois ser todo desfiado e reservar.

2) Preparar o couscous: colocar o couscous numa taça, vertendo água a ferver até o cobrir, para além de o temperar com um pouco de azeite; durante algum tempo, deixar  o couscous tapado com película aderente; destapar o couscous, tentando separá-lo com a ajuda de um garfo e reservar.

3) picar as avelãs com a ajuda de uma máquina de cozinha; cortar os talos do aipo em pedaços pequenos; descascar a beterraba com cuidado, de preferência com luvas, porque tinge muito as mãos, para depois ser ralada; reservar tudo.

4) dispor a salada numa taça de vidro por camadas, pela seguinte ordem: tzatziki, beterraba, aipo, couscous, salmão, salada, avelãs; colocar a tampa na taça, mantendo-a no frigorífico até à hora de servir.

(*) Encontra este produto à venda na loja Lota no Bairro, em Odivelas, 
com 5% de desconto, 
bastando dizer que vai da parte do blogue Cozinha Com Rosto! 

Agora, é só dirigir-se à loja e… bom apetite!
Depois… conte-me tudo!

E, já agora, pelas fotografias que eu tirei, pode entender-se que será uma ótima sugestão para levarem na vossa marmita para o trabalho, ou então, por que não preparar esta bendita receita para um bem-disposto piquenique com quem mais gostam, aprovam?

sexta-feira, 6 de julho de 2018

A origem da Mousse de Chocolate e uma Receita para... chamar o verão!

A mousse no chocolate é uma sobremesa com uma composição tradicional que inclui, pelo menos, o chocolate e a clara de ovo batida em castelo. Por vezes, pode ser enriquecida com gema de ovo, açúcar, gelatina, leite ou nata, ou ainda especiarias (canela, baunilha, chá, gengibre, etc), bem como raspas de citrinos. Para ser considerada uma receita vegana pode substituir-se a clara de ovo, ora pela água de cozer o grão de bico (aquafaba), ora pelo tofu sedoso.

A mousse de chocolate, de origem francesa, portanto, fora então descrita em 1755, por Menon, sob o nome “Mousse de Chocolate”, termo também aplicado à espuma na bebida de chocolate. Em 1820, Viard dá uma receita no Royal Cook, mas foi criado por Charles Fazi (Suíça), servo de Luís XVI.

Aquafaba (/ ˌɑːkwəfɑːbə /) é o nome de uma água na qual leguminosas, como grão-de-bico, são cozidas. Esta água tem uma aparência viscosa e o aquafaba tem a capacidade de imitar as propriedades das claras de ovos na cozinha, podendo ser usado para substituir as claras em algumas receitas, sendo particularmente apreciada por pessoas que não consomem ovos.

Em dezembro de 2014, o francês Joël Roessel descobriu que a água de latas de feijão e outros vegetais podia ser usada para formar espumas. Roessel compartilhou as suas experiências num blog, Révolution Végétale, onde ele publicou receitas de ilha flutuantemousse de chocolate e fez um merengue  com água do grão-de-bico, açúcar, amido de milho e goma de guar.

A palavra “aquafaba” fora assim inventada a 13 de março de 2015, pela Goose Wohlt para fornecer um nome comum para este líquido de cozimento. É uma concatenação da palavra latina para água, aqua e a palavra latina para feijão, fava . Após a adoção internacional dessa palavra, esse neologismo foi oficialmente submetido ao Oxford English Dictionary um ano depois.

RECEITA NA CATEGORIA DE SOBREMESA: Mousse de Chocolate com Avelãs e Natas

Ingredientes:

  • 200 g de chocolate
  • 50 gr de açúcar em pó
  • 4 colheres de sopa de açúcar amarelo
  • 3 colheres de sopa de margarina
  • 6 ovos
  • 2 colheres de sopa de Vinho do Porto
  • licor de amêndoa amarga q. b.
  • uma embalagem de granulado de chocolate
  • 1 pacote de natas
  • 1 chávena de avelãs picadas

Confeção:

  1. Fazer uma mousse de chocolate: bater as gemas com o açúcar e juntar o chocolate já derretido, em banho-maria, com a manteiga e o vinho; envolver tudo, com cuidado, nas claras em castelo e levar ao frigorífico.
  2. Bater as natas com o açúcar em pó.
  3. Picar as avelãs, que no caso de as comprar inteiras e com pele, fazer primeiro o seguinte processo: tostar as avelãs por breves minutos no forno a cerca de 180ºC, para depois as colocar num pano e esfregar até a película sair.
  4. Construir o doce em taças pela seguinte ordem de camadas: espalhar, no fundo de cada taça, um pouco de avelãs picadas, ao qual se juntam umas gotas de licor de amêndoas amargas, pressionando um pouco com uma colher de café; distribuir de seguida a mousse de chocolate; colocar ao centro um pouco do chantilyenfeitar por cima com as restantes avelãs picadas e granulado de chocolate a gosto

segunda-feira, 31 de julho de 2017

UNBOXING Top Selling X6

Seja para brincar com o seu filho, experimentar a captar imagens durante as férias, ou até para uso profissional, os drones trouxeram mesmo uma nova forma de olhar o mundo à nossa volta!

Por outro lado, os drones já foram utilizados por bombeiros, exércitos, empresas publicitárias, indústrias cinematográficas, etc, sendo possível encontrarem-se hoje bons equipamentos a um preço razoável, com a capacidade de garantirem um voo estável, para além de câmaras com uma boa captação de imagem, tal como o que eu sugiro no vídeo acima, acabadinho de ser publicado no meu canal YouTube Cozinha Com Rosto: UNBOXING Top Selling X6!

Estas aeronaves são muito leves, podendo ser equipadas com: módulos de GPS, sistemas de Bluetooth, monitores para acompanhar as filmagens em tempo real, protetores para as hélices, um gimbal para manter a câmara estável, torres ou donuts insufláveis para jogos.
Quanto melhores forem as suas próprias características, como mais alcance de voo ou maior autonomia, maior será o equipamento, logo também maior será o custo e mais complexa a sua utilização.
A oferta é muito variada, devendo escolher-se sempre de acordo com a utilidade que se vai dar ao mesmo e com o orçamento em causa. 
Mas atenção que, no início deste ano, Portugal ficou a conhecer um certo regulamento para a utilização de drones!
E mais recentemente, foi tornado público o projeto do decreto-lei que a Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) está a desenvolver para regulamentar a atividade dos drones, embora esteja ainda em fase de consulta pública, não tendo sido ainda aprovado. 
Portanto, enquanto se aguarda por novidades, os voos continuam a reger-se pelo regulamento lançado em janeiro pela ANAC, ou seja: o registo e seguro obrigatório para drones NÃO é, por agora, uma obrigação legal!
Deve ainda fazer-se acompanhar das licenças necessárias para cada plano de voo: ANAC – Licença para operação de RPAS/Drone no espaço aéreo civil português;  AAN – Licença de execução de levantamentos aéreos em território nacional.
Para mais informações, por favor clique em:
Para qualquer situação, é necessário seguir as seguintes regras:
  • Não voar acima dos limites de altitude estipulados (120 metros para zonas não reguladas pela ANAC ou valores mais baixos para áreas de voo limitado)
  • Não voar à noite
  • Não sobrevoar concentrações de pessoas (mais de 12)
  • Não voar com drones com peso superior a 25 kg
  • Não sobrevoar áreas restritas, proibidas, perigosas, reservadas ou temporariamente reservadas
  • Não sobrevoar zona de sinistros onde se encontrem a decorrer operações de proteção e socorro
  • Não realizar voos fora da linha de vista (não pode ficar atrás de edifícios, vegetação ou estruturas) ou a mais de 500 metros de distância.
Para finalizar, é igualmente necessário ter algum cuidado com áreas da responsabilidade de outras entidades, como é o exemplo da parte costeira, das reservas naturais, monumentos, entre outros. 
Neste caso, é essencial contactar as entidades gestoras de cada espaço e inquirir se permitem a captação de imagens, podendo ser cobrada uma certa taxa pela emissão da declaração. 

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